Quinze anos desenvolvendo e mantendo sistema em produção. Não é um número de vaidade: é o que separa um fornecedor de software de alguém montando sistema no fim de semana.
Uma empresa de software de Maringá, no mercado desde 2011
A gente desenvolve sistema de gestão para empresas que não cabem em software de prateleira — e já fez isso mais de cem vezes, em operações que não se parecem nenhuma com a outra.
Começou resolvendo um problema que ninguém queria pegar
Empresa média demais para planilha e pequena demais para ERP de multinacional. É nesse meio que a gente trabalha desde o primeiro dia.
Conversar com a genteEm 2011, a VEC Sistemas começou em Maringá fazendo sistema para empresas da região. O padrão apareceu rápido: quase todo cliente tinha a mesma dor, e ela não era falta de software. Era software demais, ou do tamanho errado.
De um lado, as planilhas, que davam conta enquanto a empresa era pequena e passavam a atrapalhar depois. Do outro, os ERPs grandes, feitos para atender indústria, varejo e serviço ao mesmo tempo, em empresas com departamento de TI e orçamento para sustentar o projeto. Entre os dois, um vazio onde cabia a maior parte das empresas que a gente atendia.
O SGVEC nasceu dessa repetição. Conforme os projetos iam acontecendo, ficou claro o que se repetia em todo mundo — financeiro, estoque, compras, vendas, fiscal, relatório — e o que era específico de cada negócio. O que se repetia virou plataforma. O que era específico continuou sendo desenvolvido caso a caso.
É por isso que a gente não vende licença e vai embora. Sistema de gestão fica dentro da empresa por cinco, dez anos, e nesse tempo o negócio muda: entra um módulo, troca uma regra fiscal, abre uma filial. Quem vendeu e sumiu deixa o cliente preso num software que foi bom em 2019.
Mais de cem empresas depois, isso continua valendo. Entre elas tem cerealista, revenda de insumos, clínica, escritório, escola, indústria e loja. Operações que não se parecem em nada, atendidas pelo mesmo time — que é justamente o que acontece quando o sistema é feito para o cliente, e não o contrário.
Três coisas que a gente não abre mão
O sistema se adapta à empresa
Trocar o jeito de trabalhar para caber no software é o caminho errado. Quando a rotina é específica demais para qualquer sistema de mercado, a gente desenvolve em vez de pedir para o cliente mudar.
Preço de empresa daqui
A gente atende empresas que precisam de software bom e não têm orçamento de multinacional. Isso define como a gente cobra: você paga pelos módulos que usa, e o sistema cresce junto com o negócio.
Quem vende é quem atende
Não existe camada de atendimento lendo roteiro. Quando você liga, quem responde conhece a sua configuração e pode resolver ali mesmo. É o que faz diferença no quinto ano de contrato.
O que sustenta a conversa
Implantações em segmentos sem nenhuma semelhança entre si:
- Agronegócio, do produtor rural à agroindústria
- Clínicas e consultórios
- Escritórios jurídicos e contábeis
- Indústria, construtoras e engenharia
- Educação, comércio e varejo
Nossa base de gestão, 100% web, com os módulos ligados conforme a operação precisa. Em cima dela entra o que é específico de cada cliente, desenvolvido sob medida.
Como funciona →Uma sociedade entre quem vende e quem constrói
Dois sócios, cada um de um lado da mesa. É por isso que o escopo que a gente vende é o escopo que a gente consegue entregar.
Conrado Meneguetti
Sócio · ComercialCuida do comercial e do administrativo. É quem conduz a reunião de diagnóstico, monta a proposta e acompanha o cliente depois da implantação. Empreendedor de software há mais de 15 anos.
Eder Batista
Sócio · TecnologiaResponsável pelo desenvolvimento e pela arquitetura do SGVEC. Conduz o time de programadores e define como cada necessidade do cliente vira software que continua funcionando nas atualizações seguintes.
Além dos sócios, o time tem desenvolvedores e design próprios — o que significa que suporte, correção e desenvolvimento novo acontecem dentro de casa, sem terceirizar o que é o núcleo do seu sistema.
Algumas das empresas que rodam nos nossos sistemas
Conta como a sua empresa funciona hoje
A reunião de diagnóstico não custa nada e dura cerca de 40 minutos. Você sai sabendo o que daria para resolver primeiro, em quanto tempo e por quanto — por escrito.